The List of the Beast #3 Meus covers favoritos


DEUSA DO CÉU, eu simplesmente NÃO CREIO que fiquei tanto tempo sem postar. E eu nem sei se ia postar hoje, queria primeiramente dar uma mudada no layout mas um post da Flavi, esse aqui, me deu um quentinho tão grande no coração que resolvi vir aqui primeiramente agradecer o carinho dela (miga sua lymda, obrigada, também adoro o seu blog e sua pessoa, saiba que você é uma inspiração pra eu não abandonar e tentar manter uma frequência maior de posts) e dar uma satisfação, mostrar que eu não morri como pode parecer pra quem me vê pessoalmente e nem abandonei o blog. Porque por mais que eu passe vários meses sem postar como ocorreu, estou pensando em como posso melhorar aqui o tempo todo. A questão é que atualmente eu organizo muito mal meu tempo, então fico perdida entre trabalhar, estudar e vir postar aqui. Não sei COMO eu conseguia vir antes com tanta frequência, COMO DEUSES, COMOOOO???

Mas enfim, o post de hoje é algo que eu já queria postar há MESES, mais uma edição da The List of the Beast, com meus covers favoritos! Tem de um tudo aqui, de pop a metal passando por indie :) Como amo todos, considerem que essa ordem deixa os que mais gosto por último. 

6) Onmyo-za: The Trooper, do Iron Maiden (ouça a original)
Onmyo-za é minha banda de j-metal favorita, já deve fazer uns dez anos que conheço. Eles possuem muita influência do heavy metal tradicional, adoram o próprio Iron e Judas Priest por exemplo, e fazem uma mistura incrível dessa sonoridade com elementos da música japonesa tradicional. Todos os músicos são brilhantes e a voz da Kuroneko é incrível! Esse cover inclusive foi o único do Japão selecionado pra fazer parte do álbum oficial de tributo ao Iron, A Tribute to The Beast, de 2002.


5) Blind Guardian: Barbara Ann, do The Beach Boys (ouça a original)
Blind Guardian é outra banda que eu amo muito, e eles amam fazer covers incríveis de músicas legais, já rolou Queen, Judas Priest... Porém essa versão de Barbara Ann, que é aquele surf rock dos anos 60, mais tranquilo, fez ela regredir uma década, pra mim ficou uma versão rockabilly porém super pesada, irresistível e que dá vontade de sair rodando pela casa. E ah, ela faz um medley com o áudio original de outra música antiga conhecida, Long Tall Sally (do Little Richard) e até mesmo um trechinho de Go, Johnny Go do Chuck Berry.


4) Fall Out Boy: Beat It, do Michael Jackson (ouça a original)
QUEM não conhece essa música né, mortais? Pois é, eu também sou uma apaixonada por ela, tanto nessa maravilhosa e pesadinha versão cover quanto na original que a genial mente do rei pop compôs. 


3) Kings of Leon: Dancing on my own, da Robyn (ouça a original)
Robyn tem umas músicas pop misturadas com eletrônico bem legais, essa é minha preferida dela. Nas mãos do Kings of Leon, virou uma balada ma-ra-vi-lho-sa, porém com um pouquinho de peso, do jeito que eu acho que abrilhanta qualquer cover. É daquelas músicas que você TEM que cantar inteira toda vez que ouve. 


2) We Are The Fallen: Like a Prayer, da Madonna (ouça a original)
Esse cover é daqueles que conseguiu ficar de longe infinitamente MELHOR que o original na minha digníssima opinião. A versão original da Madonna é meio chatinha e parada mas eles transformaram a música de tal forma que parece ser uma composição própria da banda, com muita força, peso e a voz incrível da Carly, que nesse show está especialmente foda e sem defeitos. Aliás, We Are The Fallen é outra banda que eu amo, com canções lindíssimas mas está há muito tempo inativa, praticamente acabada, infelizmente e pra minha total dor e tristeza. 


1) Visions of Atlantis: Maria Magdalena (ouça a original)
EEEE chegamos no meu preferido! Esse não é meu cover favorito à toa. É uma das coisas mais INCRÍVEIS que eu já ouvi, então façam o favor de ouvir também. Visions é outra banda que eu AMO, porém pouco conhecida, e se não me engano conheci por causa desse cover, faz uns anos. Eu não conhecia a música original até então, que é um clássico dos anos 80, e o cover foi mais um daqueles casos onde a original foi FODIDAMENTE superada. Infelizmente Visions troca de membros igual troca de roupa e os vocalistas que fizeram esse puta cover, Maxi Nill e Mario Plank, não estão mais presente, no lugar dela se encontra uma porcaria sem potência e graça nenhuma que nem faço questão de lembrar o nome, e um outro vocalista sem a menor graça também. 


Então por hoje fico por aqui. Foi um post até que curto, yay! Espero que tenham gostado da minha lista e NÃO DEIXEM DE OUVIR NADA AQUI FAZ FAVOR. Tenho muitos outros covers legais pra indicar, claro que não serão os preferidos como esses daqui mas pode ser que eu faça uma parte dois desse post com esses outros.
Beijos, comentem e me sigam no Instagram @yasmayfair e Twitter @yasmayfair pois estou sempre por lá, postando sobre comida ou reclamando da vida. :D

RESENHA: A LIBÉLULA NO ÂMBAR

ATENÇÃO, CONTÉM SPOILERS! LEIA POR SUA CONTA E RISCO.                  Claire Randall guardou um segredo por vinte anos. Ao voltar para as majestosas Terras Altas da Escócia, envoltas em brumas e mistério, está disposta a revelar à sua filha Brianna a surpreendente história do seu nascimento. É chegada a hora de contar a verdade sobre um antigo círculo de pedras, sobre um amor que transcende as fronteiras do tempo... E sobre o guerreiro escocês que a levou da segurança do século XX para os perigos do século XVIII.
O legado de sangue e desejo que envolve Brianna finalmente vem à tona quando Claire relembra a sua jornada em uma corte parisiense cheia de intrigas e conflitos, correndo contra o tempo para evitar o destino trágico da revolta dos escoceses. Com tudo o que conhece sobre o futuro, será que ela conseguirá salvar a vida de James Fraser e de todos que dependem deste futuro?                                                                                      Editora: Saída de Emergência | Autora: Diana Gabaldon | Nota: ★★★★
 AE. Voltei! Dessa vez pra não perder o costume amado, com resenha de livro. 
A de hoje é A Libélula no Âmbar, segundo volume da minha MAIS QUE AMADA série Outlander ? Recebi da parceria com a Editora Saída de Emergência ano passado ou no final de 2014 eu acho (SIM, SHAME ON ME), mas só fui conseguir lê-lo ano passado e continuando esse ano porque tinha outros na frente e meu volume de leitura tem andado bem uó.

Então, a primeira coisa que posso falar do livro é a grossura. É um calhamaço de 937 páginas. Isso não me desanimou porque já li um de 1039, Xogum, foi o meu recorde. 

Vimos que no final do primeiro volume de Outlander, A Viajante do Tempo, depois de tanta reviravolta e treta e perseguição, Claire e Jaime conseguem fugir da Escócia. A revelação do desastre iminente do Levante Jacobita já começa a deixar a leitora aqui louca ainda no primeiro livro. E aí você começa a leitura achando que vai se deparar com o começo da treta toda em Paris. Mas na verdade na própria sinopse do livro você já toma um MEGA SPOILER, uma bomba no meio da cara: CLAIRE VOLTOU PARA A ÉPOCA DELA, NÃO SE SABE COMO NEM PORQUÊ, SE PASSARAM VINTE ANOS, ELA TEM UMA FILHA E QUER CONTAR TODA A VERDADE A ELA. 


Com essa bomba toda eu já fiquei MUITO chocada porque não se sabe absolutamente NADA das circunstâncias que fizeram Claire voltar. Mas ela quer contar à filha, Brianna, a verdade sobre sua origem. Pra isso vai com ela à Escócia e é auxiliada por Roger, o filho adotivo do Reverendo Wakefield, lembram? Pois é, depois de vinte anos ele cresceu e também vai ouvir toda a história mirabolante de Claire. Não sem antes visitarem certos locais históricos, cujas cenas ACABAM COM NOSSO CORAÇÃO, TO FALANO SÉRIO GENTE. FIQUEI MUITO MAL, NOSSA, A VONTADE É SENTAR NO CHÃO E CHORAR. 

E aí, depois de um começo meio lento, ela começa a revelar tudo que ficou guardando por duas décadas. Começando de onde tínhamos parado no livro anterior, que é justamente a chegada dela e de Jamie à França. Diana Gabaldon, como sempre, é maravilhosa nas descrições, nas ambientações, nos detalhes, em TUDO, e nos faz sentir como se realmente estivéssemos ali. Além do quê, a escrita dela é uma delícia. A corte francesa e a vida em Paris são muito diferentes da Escócia que vimos no primeiro livro, e Claire e Jamie passam por muitos momentos curiosos e engraçados. Mas lembrando, a intenção deles ao ir para Paris é a de sondar a rebelião jacobita e quem sabe, tentar frustrar os planos do mimado príncipe Charles de algum modo, se relacionando com a corte parisiense, com outros nobres e entrando no comércio de vinhos de um primo de Jamie que já mora lá, Jared. 


Ao longo do livro, eles vão conseguindo essa aproximação e mais informações super importantes, assim como novos personagens são introduzidos, alguns do primeiro livro reaparecem e tal. O único problema é que essa parte de Paris se delonga um pouco, às vezes Diana demora muito com detalhes nem sempre tão relevantes e acho que isso contribuiu bem para o tamanho do livro. Essa é minha ÚNICA crítica, porque como no primeiro ela consegue te deixar muito envolvida na leitura, unindo os acontecimentos e tal. Além disso, tem outras coisas que gostamos que reaparecem, como TRETAS e antigos desafetos dos dois, várias surpresas que te fazem cair o queixo, MAIS TRETA e cenas hots! HAHAHA :p Coisa que a dona Diana sabe escrever muito bem aliás. 

Depois de muito tempo em Paris, a história evolui e Jamie e Claire voltam à Escócia acompanhando a rebelião jacobita, que pelo jeito, vai mesmo acontecer. E aí vem uma parte mais legal, que trata muito da política toda, das coisas de guerra, da logística, preparações e tudo mais, isso tudo sem chegar perto de ser massante. Diana é mesmo uma escritora incrível! :) E falando em incrível, Claire continua sendo uma protagonista feminina badass, que dá gosto de ler! Jamie continua sendo o mesmo besta em certos momentos hahaha, mas o humor de certas cenas dos dois juntos, por exemplo, é muito bem construído, e a narração em primeira pessoa de Claire continua com suas passagens irônicas e muito bem humoradas de certa forma, impossível não rir e admirar a ela e sua presença de espírito. 


E então, 1745, a guerra chega, Claire vai contando os relatos de Jamie e NOSSA, é muita desgraça. Eu mesmo gostando muito de história, principalmente da Bretanha e Escócia, sequer fazia muita idéia do que foi o Levante Jacobita, e mesmo que soubesse, não saberia com essa riqueza de detalhes que só lendo Outlander conseguimos ter. É tudo muito impactante e entristecedor, só consegui ficar pensando se esse imbecil do Charles tivesse desistido, quantas vidas teriam sido poupadas, quanto sofrimento evitado e quanto sangue teria deixado de ser derramado. Além de uma cultura inteira que não teria sido extirpada como foi a das Highlands, seus clãs, tartãns, kilts e tudo mais. É revoltante saber que até o uso dos kilts foi proibido após a Escócia ter sido massacrada pela Inglaterra. 

E CLARO que a guerra só poderia trazer complicações pra Claire e Jamie né? Não tinha como não dar merda. E ainda por cima, Jamie acha que Claire está grávida, e acaba acertando. E aí gente, a reta final do livro é um absurdo. Eu não quero contar aqui o que acontece mas NOSSA, NOSSA, NOSSA. Eu chorei, eu me acabei, EU FIQUEI MUITO MAL.
O problema é que, não satisfeita com o nosso sofrimento, Diana quer MAIS choro, gritos e ranger de dentes. Depois que Claire termina de contar como voltou à sua época, tem MUITO mais treta por vir. A história não acaba, certas personagens mortas (e aqui eu uso o feminino porque a palavra É no feminino, gemt) dão um jeito de "assombrar" a história de certa forma, o que achei bem legal porque no primeiro livro essa personagem específica me deixou bem curiosa e impressionada. 
E aí ligado a isso, Claire e Roger continuam com as pesquisas pra saber o que ocorreu realmente após a batalha de Culloden, onde todos foram massacrados. E AÍ É QUE ACONTECE UMA COISA QUE GENTE, FINAL DO LIVRO, ÚLTIMA PÁGINA, QUIS LARGAR E SAIR CORRENDO SEM RUMO PQ SINCERAMENTE. É MUITA LOUCURA E PLOT-TWIST, NÃO SOU OBRIGADA.


Só sei que a relativa encheção de linguiça da Diana com esse volume não é NADA perto da continuação incrível da história que temos aqui. Simplesmente Outlander É VIDA, É AMOR, ESCÓCIA, JAMIE, CLAIRE ESSIDOIS. Desde A Maldição do Tigre eu não lia uma série TÃO boa, então se você ainda não leu Outlander, infeliz, vá fazer algo útil com a sua vida e LEIA. LEIA LOGO, MONAMUR.

E ah, a título de informação, agora quem publicará Outlander não vai ser mais a Editora Saída de Emergência e sim a Arqueiro, que englobou a maioria das séries que eram publicadas pela SdE. Uma pena, porque sei da parceria das duas editoras, já que a SdE é originalmente portuguesa e veio pra cá através da Arqueiro, e se não fosse ter vindo pra cá, dificilmente eu teria acesso à essas edições maravilhosas de Outlander. 

E ah, sabe quem também é outra surtada com Outlander? Minha vó! Isso mesmo, ela é outra rata literária que nem eu, e quando terminei o primeiro livro sabia que ela amaria a história. Dei pra ela ler, ela devorou tudo, virou sassenach e leu o MEU A Libélula no Âmbar ANTES de mim, pode isso produção?! Eu nem tinha pegado o Libélula ainda, ela terminou, comprou o terceiro parte I e II, tá atualmente devorando o quarto e anos-luz na minha frente com a história! Daí ela fica me falando que acontece tanta coisa chocante que eu nem imagino e tal, mas eu sei que ainda vai demorar pra eu ler o terceiro parte I porque tenho outros livros na frente, poxa vó! >:( Hahahaha. 

Beijos! :*

RESENHA: BATONS LÍQUIDOS MATTE MAXLOVE


Olá mortais que lêem o blog (na verdade tô sendo otimista falando no plural, se tiver UMA PEÇOUA que lê isso aqui nas atuais condições de abandono em que ele se encontra, já é muito).
Bom, o post de hoje não é sobre livros, nem livros que eu quero, nem sobre séries ou filmes, é sobre MAQUIÁGI. Assunto que aparece pouco aqui no blog, apesar de eu gostar muito (leia-se: não me acho "maquiadora", só faço bem a maquiagem em mim e olhe lá, nem pra tutoriais devo prestar hahaha).

Vou falar sobre os batons líquidos matte da Maxlove, nas cores Vegas e Brun. É a primeira sobre maquiagem, e primeira de muitas sobre isso que pretendo fazer aqui! :D

Esses batons eu comprei numa loja de cosméticos aqui na minha cidade, foram R$14,90 na época, eu acho. Já vi vendendo por menos mas aqui é tudo uma facada. Eu já tinha dois batons líquidos da marca comprados anteriormente lá também, o Boca e o Jaboticaba. Acontece que o Boca acho que perdeu a cor original, porque cismei de misturar um tiquinho de marrom e vermelho nele, e a embalagem já descascou toda, nem ia ficar legal fotografar. Podia ter feito quando comprei né, mas na época acho que não pensava muito em falar de maquiagem aqui. 
E o Jaboticaba deu um ressecamento LOUCO nele que hoje só funciona se eu der o truque do banho-maria, botando num potinho com água bem quente embaixo por uns minutos pra amolecer, só assim consigo usar. Realmente não sei o que houve, se foi por conta do pigmento escuro, porque foi o único da marca que ficou assim. Mesmo assim é uma cor muito bonita, tipo o Sapatilha da Dailus (que eu não tenho). 


(Sobre as fotos com o "cenário" diferente: tirei de um jeito e depois de outro e coloquei dos dois jeitos porque não consegui escolher, sou louca, bjs)
Bom, agora sobre os batons num geral, eles são bons e com ótimo custo-benefício. O pincelzinho é aquele típico de batons líquidos. A consistência é quase como uma mousse, não é líquido como os da Quem Disse Berenice e Tracta (que ganharão resenhas futuras) e nem grosso como os da Dailus (que vai ganhar uma também), então o acabamento na boca fica muito melhor que esse da Dailus por exemplo, que deixa a aparência muito seca. 
Ele leva menos de 1 minuto pra secar totalmente, nunca medi, e depois que seca, fica matte SIM. Já vi muita gente reclamando que ele não fica, deve ser problema com lotes específicos do produto, porque todos que eu tenho ficam sequinhos (lembrando o Jaboticaba que secou até demais hahaha).    
Depois que secam na boca, porém, não ficam com aquela textura hiper seca craquelenta e ruim que incomoda na boca, como, de novo, os da Dailus. Os da Maxlove ficam com um toque aveludado, que é muito mais confortável. 
Claro que isso influi um pouco em transferir e na duração, mas nada absurdo, se você comer, ainda mais sem cuidado, ele vai acabar saindo no centro da boca, como todo batom líquido. 
Agora sem comer ou indo com bastante cuidado dura tranquilo. Não cheguei a fazer um teste cronometrado nem nada, mas imagino que dure horas pelo que eu uso do Boca quando vou sair durante o dia, por exemplo, e não como nada. 

E ah, as cores são especiais, muito bonitas mesmo. O Brun é um marrom chocolate com um tom um pouquinho frio e tem uma cintilância que fica quase imperceptível na boca, só se enxerga no vidrinho mesmo.



E o Vegas é um vinho não muito escuro, com um fundo cereja avermelhado. Digo vinho não muito escuro porque não considero ele um vermeeelho, ele fica um bocado escuro a ponto de poder chamar mais de vinho do que de vermelho. Sei que na foto que eu tirei com ele na iluminação do dia no banheiro, ficou bem escuro. Em peles mais morenas, pode ser que fique mais claro e aparente ser mais vermelho.



Ah, as embalagens da Maxlove vivem mudando. As do Boca e Jaboticaba são comuns, já as do Brun e Vegas são mais estreitas embaixo e larguinhas em cima, tipo as da Tracta. Foi o modelo que eu achei mais bonito, mas sei que já mudaram de novo.  
E outra coisa importantíssima de falar: O CHEIRO. Ai deuses, esse cheirinho de Bubbaloo de uva é MUITO bom, dá vontade de comer o batom, honestamente. Já vi muita gente reclamando de batons com cheiro, mas até prefiro que tenha do que seja aquele troço com cheiro químico que dá até medo de usar e cair sua boca, como os da Dailus. 
Então, por hoje é isso, pelo menos essa resenha não ficou tão imensa como quando faço resenha de livros, claro hahaha.
Espero que tenha dado pra passar as informações certinho e que tenham gostado dela e das fotos, se tiver alguma coisa mais ou menos, relevem porque é minha primeira resenha de make haha, claro que o propósito é ir melhorando. Qualquer dúvida, só comentar :) E please, não reparem na alteração do tom da iluminação, é que a porcaria do sol aparecia e sumia toda hora, daí algumas ficaram com tom mais quente e outras mais frio.

Besos!
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