domingo, 28 de abril de 2013

Resenha: Paganus + lançamentos Editora Arqueiro

Por Jun 11 comentários
Olá pessoas :) Hoje temos a resenha do aguardado Paganus, que me foi enviado em cortesia pela Simone, a autora desse livro absurdo de bom, e alguns dos lançamentos da Editora Arqueiro.

Autora: Simone O. Marques
Editora: Modo
Páginas: 372
Nota:  ★★★ 
Portugal, 1673. Duas mulheres de ascendência celta e um bebê recém-nascido enfrentam a perseguição da Igreja contra hereges pagãos. Obrigadas a deixar sua aldeia, ajudadas por um jovem cristão, partem em busca de um lugar onde possam cultuar seus deuses livremente. Em meio a sua fuga descobrem que a Grande Mãe tem uma missão para eles e que os levará a lugares inesperados e a uma desconhecida Terra Nova.








Esse é mais um dos livros que não sei por onde começo a falar, de tanto que gostei, e aqueles que depois que se acaba de ler, a história permanece por semanas na sua cabeça. Eu não disse dias, eu disse semanas, porque é isso mesmo. :)

Primeiro acho que é fundamental dizer que, em se tratando de celtas e pessoas com descendência celta, esse enredo é simplesmente genial e original, algo que não se vê muito por aí, e no entanto é importantíssimo para a compreensão maior da formação do nosso país.
Pois bem, a maioria dos celtólatras doidos daqui do Brasil sabe tanto, mas tanto dos celtas (e nessa maioria eu não me enquadro, thanks Goddess), que ignora que a Gália NÃO É só França e regiões adjacentes & Irlanda. As Ilhas Britânicas também fazem parte, gente! E mais do que isso, a Península Ibérica quase toda também faz parte. E com isso eu digo um bom pedaço da Espanha e uma parte maior ainda, tipo, 90% de Portugal. Pra melhor compreensão, veja esse mapa. E daí se conclui que grande parte da população antiga de Portugal, como a do séc. XV, quando se passa o livro, e ainda uma boa parte da de hoje, é formada por pessoas de ascendência celta.
Isso eu já sei há uns dois anos, quando comecei a estudar direito os celtas, mas um livro com essa temática, e ainda por cima nacional, é algo novo e que deveria ser anunciado aos quatro ventos *-* Até mesmo um dos meus sobrenomes, o "Pereira", fui pesquisar direito outro dia e vi que vem lá do norte de Portugal, onde teve a maior concentração de descendentes de celtas, e até de pertinho de Trás-os-Montes, de onde a família do livro veio hehe.
Ou seja, nada de ficar desmerecendo Portugal (que obviamente, teve suas merdas, como todos os países, mas teve um passado muito legal que a maioria não sabe) e desmerecendo o fato de você ter sangue português, porque, se for admirador dos celtas, como eu, pode acabar tendo uma grata surpresa ao saber que você também tem um pouquinho, uma quantidade ínfima, mas ainda assim, alguma coisa, dessa civilização.

Me apaixonei por essa capa desde a primeira vez que vi *o*
Então, feitas essas considerações, vamos à resenha em si. A história que a Simone criou é maravilhosa, com personagens que se distinguem entre si, não tem um que se pareça com o outro. Tudo começa mostrando a história da família Couto, e a grande diferença entre seus herdeiros, os gêmeos Diogo e Douglas, totalmente idênticos na aparência, mas diferentes em todo o resto.
Eles crescem, e aí, para tentar mudar a personalidade "fraca" de Diogo, o pai, Dom Couto, decide levá-los, a serviço da Igreja Católica, para a Vila dos Canetos, para "converter para a verdadeira fé" uma certa aldeia pagã que insistia em continuar. Depois de lá chegados, muitas coisas mostrando a tarefa de Dom Couto (que Douglas se empenha pra cumprir da "melhor forma") acontecem.

Autografadíssimo, yay!
De outro lado da história, Adele, uma jovem pagã de 17 anos está quase dando à luz. O destino dela e de Diogo, já há algum tempo na Vila, se entrelaçam de repente, quando ele vai, obrigado pelo pai e junto com ele, converter a tal aldeia pagã, a de Adele e de sua mãe Gleide, a líder de lá. Com isso vocês podem imaginar a conversão né? Igreja Católica, Inquisição, Portugal... Pessoas eram torturadas, batizadas espontaneamente (depois de muita tortura) ou simplesmente queimadas. O que acontece na aldeia de Adele e Gleide é um verdadeiro massacre, e Diogo é levado a ajudar e protegê-las depois que o pai da filha de Adele morre pelas mãos de Douglas. Diogo abandona tudo e segue com elas, achando que o irmão tinha se enganado e o matado, e principalmente, por não concordar com o pai e com o modo daquela religião sendo imposta à força e com tanta violência e morte à pessoas simples, que não representavam mal algum.


E aí a história se desenrola, mostrando o início do amor de Adele e Diogo, com as devidas interferências de Gleide, que não consegue aceitar a filha "dar seu coração" a um homem, quando na verdade os acha inferiores às mulheres e não se importa em dizer isso ao próprio Diogo, por mais de uma vez. Desse ponto em diante, há também a adaptação da vida deles e de Daniele, tentando as mulheres se passar por cristãs, pois a perseguição aos pagãos, infelizmente, estava muito longe de terminar.


Depois, a segunda parte do livro se foca mais em Daniele, a filha de Adele. Criada também de acordo com a Antiga Religião, a avó Gleide sempre soube que à neta caberia um destino grandioso, que não deixaria sua religião e sua linhagem morrerem, mas que Daniele teria que descobrir por si própria. E então ele é revelado. Bem, já deve dar pra sacar o que é se você leu o post desde o começo, mas não vou falar hoho. Depois de Daniele encontrar Guilherme, que, aparentemente, a ajudaria a cumprir seu destino, e o acontecimento de coisas que pareciam não interferir em muita coisa, o destino de Daniele... BEM, NÃO VOU FALAR D:
Só digo uma coisa: AI ANTÔNIO ♥ ♥ ♥ ♥ 

Agora alguns pontos que eu gostaria de destacar no livro (adoro fazer tópicos dentro de resenhas...):
  • Gleide foi feita pra criar polêmica e baphón. Li outras resenhas por aí, a maioria criticando-a, e realmente, durante o livro passamos por poucas e boas com ela... Mas no fim, pelo que acontece, acabamos gostando dela, entendemos alguns propósitos e tal :( Mas mesmo assim, algumas atitudes, penso eu, não são tão justificáveis... Como a Adele aguentou a mãe fazer aquilo com a própria filha, pelos deuses...
  • Falando em Adele, eu achei ela meio bobinha quando nova, mas definitivamente a evolução dela é notável, e ela está muito mais legal depois de "adulta" e com a Daniele já maior também. E falando em Daniele... This is my kind of girl! Que garota porreta, adorei! :D E ainda fez a escolha certa no fim, achei que fosse terminar de um jeito mas terminou de outro muito melhor hoho *-*
  • Porém, falando ainda nas mulheres, a única coisa que me incomodou um pouquinho é a gravidez precoce: Adele com 17 anos e tal... Eu sei que aquilo ia pelo contexto social da aldeia onde elas viviam, mas se os relacionamentos eram abertos de modo que a mulher podia manter relações sexuais sem estar noiva ou casada, certamente havia algo pra que ela também não engravidasse por acidente, imagino eu... Já li sobre ervas que têm essa função. Sei lá, mulheres muito românticas achariam isso lindo e maravilhoso, como Daniele achou, já se fosse eu, com 17 anos... MANO, eu ia dar um CHILIQ, aloka huauha.
  • E falando em chiliq... Eu dei um lendo certa cena lá, e eu DESAFIO qualquer um a lê-la e não chorar... Mas gente, não é chorar, é chorar DEMAIS, MUITO, DESESPERADAMENTE, de soluçar sabe? Daquele tipo em que você sabe em qual filme, qual livro ou anime ou mangá chorou daquele jeito, porque é o choro mais terrível que se pode chorar lendo ou assistindo algo, mas também é o mais verdadeiro, porque por segundos você sente como se fosse você no lugar do personagem e tal... GENTEEEEEEEEEE Ç__________Ç ASHGFHGSGHAHGDHG não gosto nem de lembrar da parte do livro, socorro.
  • Esperava mais de Douglas, o gêmeo do Diogo. Acho que os YAs mal-acostumam a gente com esse negócio de irmão bonzinho/irmão bad-boy, então achamos que SEMPRE vai ser assim e que não existe cara gacto e mau de verdade nesse mundo. Eu tinha esperanças de que ele fosse melhorar, de que não fosse tão ruim assim, mas no fundo eu sabia que era e o peste não iria mudar... Então certa decisão que o Diogo toma e que tem a ver com o irmão quase me fez jogar o livro pro alto e rolar pelo chão de tanto nervoso.
  • O irmão mais novo de Daniele, Mateus (mas Angus, o nome celta com que o batizaram, é MUITO mais lindo, obviamente), filho de Adele e Diogo, foi uma grata surpresa, porque não é uma criança chata, irritante, chiliquenta e whatever. Adorei a clara evolução dele também, se mostrando corajoso, e o companheirismo que dele com a irmã. E algumas cenas dele me davam MUITA PENA ;__;~ Mas tenho altas expectativas pra esse moleque no próximo livro :D
  • Adele e Diogo, AI CASAL FOFO  Como eu disse, não gostei muito dela no início, mas o crescimento é notável, e ela e Diogo também achei meio sem gracinha no começo, mas com o passar da história, GENTE, SÃO MUITO FOFOS OS DOIS, amei, amei e amei, do começo ao fim.
  • Não poderia deixar passar batido o cuidado da Editora Modo com o projeto gráfico do livro. É todo lindo, a começar pela capa, o miolo com as queridas folhas amarelinhas que são mais agradáveis aos olhos para a leitura, passando pelas imagens da capa em p & b no começo do livro e também de cada capítulo, fora o cheirinho maravilhoso... Simplesmente de babar *O*

Bem, a lista ficou maior do que eu pretendia, mas ao menos a resenha ficou pequena (estou FINALMENTE conseguindo fazer resenhas menores, thanks Goddess!). De qualquer forma, não tem como falar pouco desse livro, que qualquer pessoa que diga gostar dos celtas ou da história da formação do Brasil, simplesmente DEVE LER. Não consigo tirar a história da cabeça até hoje, e é o tipo de livro cuja leitura te muda, sinceramente,
Pra quem gostou, ficou curiosa, keep calm e aguarde o mês que vem porque vamos ter SORTEIO DO LIVRO (e de mais marcadores que a fofa da Simone mandou)! 

Marcador autografado! 

Lançamentos da Editora Arqueiro

E agora, alguns lançamentos da Editora Arqueiro. Romances de época! Muita gente já deve ter visto por aí, mas resolvi colocar aqui porque fiquei bem interessada neles.
Minha história com romances de época é a seguinte: em 2011, alokamente resolvi comprar um kit com 3 e um medieval separado. Um dos do kit, chamado Persuasão, não consegui passar do começo, muito chatinho. Mas os outros dois foram legais, e o medieval mais ainda (a época e a ambientação na Irlanda minpegaram); a maioria das protagonistas que conheci bota a maioria das protagonistas de YA no chinelo e nos 3 que li me deparei com várias cenas com diálogos engraçados ou com ironia bem construída. Então quando vi que a Arqueiro lançaria romances de época, procurei por resenhas deles no Skoob e fiquei muito feliz ao ver tantos elogios *-*~ E melhor ainda são as edições, nada daqueles livrinhos pequenininhos, sem graça, de capa duvidosa e com papel ruim e fedorento das bancas. 




Eu achei que todos parecem bons, mas fiquei particularmente interessada em O Duque e Eu e Desejo à Meia-Noite (meio cigano, meio irlandês? NÃO FAÇA ISSO, AUTORA). Assim que ler algum (não sem antes ler meu querido, aguardado, esperado e desejado O Destino do Tigre AAAAAAAAAAAAAAH ) claro que resenho aqui.
E vocês? Alguém aí já leu romances históricos? Gostou? Acha ruim e nunca leu? Contem tudo \o/
Bisous!

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Resenha: Bridget Jones no Limite da Razão

Por Jun 4 comentários
VÉIO, tive que importar forças do limbo pra vir aqui postar hoje. A vida é uma loucura, a faculdade acaba com a existência da pessoa e semana passada não rolou. Essa semana, na sexta, sábado e domingo, fiz o WorkPhoto Pro, UM CURSO DE FOTOGRAFIA ABSURDO QUE SIMPLESMENTE ME FORMATOU ASDGHGHGH (vou ver se faço um post só sobre ele depois). E era em outra cidade, passei o fim de semana fora e cheguei em casa de tardinha, mas hoje o post sairia de qualquer jeito, não sabia como mas sairia. E hoje vou fazer uma tentativa de resenha pequena, ikimasho minna! :)


Autora: Ellen Fielding
Editora: BestBolso
Páginas: 414
Nota:  ★★★ 
Bridget Jones está de volta. Quem riu, se emocionou e contou calorias com a heroína de O diário de Bridget Jones também pode se deliciar com Bridget Jones: no limite da razão. Divertido, inteligente, sarcástico e atual, este romance da jornalista britânica Helen Fielding mantém seu estilo impecável na construção do diário de mais um ano da vida de Bridget, mulher de trinta e poucos anos que luta para emagrecer, parar de beber e largar o cigarro. Ela agora tem novos desafios pela frente: impedir que seu namorado seja roubado por uma falsa amiga, lidar com o chefe problemático na produtora de TV em que trabalha, enfrentar um enorme buraco no meio de sua sala e conviver com a mãe obcecada por si mesma. Atolada num pântano de teorias de livros de autoajuda e cada vez mais neurótica, a protagonista resgata seu bom humor e nos contagia com sua alegria de viver. Afinal, o mundo está mesmo repleto de Bridgets.



Quem diz que gosta de chicklit e nunca leu O Diário de Bridget Jones não sabe o que é chicklit. Dos bons. Ou então não gosta de verdade. Seja o que for, é leitura obrigatória. Este é o segundo volume da série (e o terceiro deve sair esse ano, wee \o/), que comprei na Bienal de 2011 e só fui arrumar tempo pra ler agora (shame on me!), o primeiro se bem me lembro li em 2010. Só fui ver o filme dele depois, e o filme desse segundo volume não vi ainda (posso imaginar a "fidelidade" dele ao livro, pela sinopse que li...). Na época em que li o primeiro ainda não tinha feito o blog e não tem nenhuma resenha salva, mas o que digo é: LEIAM! Tão engraçado quanto ele, só o primeiro Becky Bloom.

Pois então, neste livro Bridget está FINALMENTE namorando com Mark Darcy, o cobiçado do livro anterior. Ele é um charme, mas as coisas começam a ir mal quando uma bitch que se finge de amiga começa a ser muito simpática com eles, e aí já viu... Entrementes, precisa aturar a mãe que se acha demais com mais uma loucura, o trabalho com o chefe louco e o buraco na parde feito pelo pedreiro.
O estilo de Helen Fielding é inconfundível, NÃO TEM COMO ler esse livro e não rir (adoro livros que me fazem rir, acho que essa é a graça do chicklit). Rir de gargalhar alto mesmo, como no primeiro livro. Bridget, por ser muito confiante e, de certa forma, inocente, se enfia em situações  inacreditáveis, com desfechos mais inacreditáveis ainda.
Uma delas é a... entrevista com Colin Firth (!!! ), totalmente hilária, bizarra e vergonha-alheia, onde Bridget não consegue dissociar o ator do Mr. Darcy (e eu, honestamente, também não. Pra quem não sabe, ele o interpretou na maravilhosa série da BBC de 1995).
Além disso, os problemas com o buraco na parede, o emprego e Mark Darcy, o namorado, só aumentam. E aí acontecem coisas que não vou contar... O problema é que essas coisas começam a ficar muito nonsense, e se fossem num livro mais sério eu até me incomodaria, mas como está acontecendo com a Bridget, parece acabar fazendo sentido porque nenhuma outra pessoa conseguiria tais proezas.

Mas infelizmente por várias vezes achei o livro um pouco chato, porque coisas novas não aconteciam, apenas fatos corriqueiros e extensos que não acrescentam ao resultado final do livro. Disso o primeiro não teve... Mas anyway, os momentos engraçados compensam tudo. Na verdade, a entrevista com o Colin Firth já compensa tudo. Fico aqui imaginando, não vi o filme ainda, como fizeram com essa parte onde ele é entrevistado, se aparece, se não aparece... Pois, pra quem não sabe, é ele quem interpreta Mark Darcy no primeiro filme. E olhando as datas de lançamento de cada um, parece mesmo não ter sido intencional que tenha sido ele o escolhido para a entrevista e sim para o papel nos filmes, pois até o primeiro filme foi lançado depois do segundo livro... Bem, vou ver se arrumo tempo pra assistir online e dublado mesmo (porque nas minhas duas tentativas de baixar legendado, o download falhou, FFFUUUU), e depois comento minhas impressões aqui. Aliás, de livros recentemente lidos que me faltam ver o filme seria legal assistir Água para Elefantes também e postar sobre os dois juntos. Já imagino que vou reclamar e xingar muito porque filme de livro, já viram né... Mas pelo primeiro filme, acho que a Reneé Zellweger encarnou perfeitamente a Bridget, e o Colin Firth, ainda por cima interpretando o Mark Darcy... Bem, não tem o que comentar, céus. 

O fim me deixou meio "hã?", mas pelo fato de ter ficado bem em aberto. Quer dizer, você imagina que com certeza haverá continuação. Se não houvesse ia ficar aleatório e whatever demais. Fico só imaginando o desespero das pessoas que leram na época do lançamento, sem saber se teria continuação ou não, e a infeliz da autora simplesmente decidir lançá-la mais de DEZ ANOS DEPOIS. :)
E ah, outra reclamação que tenho a fazer, não do livro, mas da editora BestBolso (que é selo da Record, pra quem não sabe): QUE EDIÇÃO RUIM! Meu primeiro volume é dessa porcaria, o primeiro Becky Bloom e A Casa das Sete Mulheres também. As folhas são finas, a capa é fina, não tem orelha, então as pontinhas vão ficando todas esbeiçadas se você, como eu, carrega o livro na bolsa e na mochila, pra todo lugar que vai, e a impressão da capa também é ruim e descasca nos lugares de maior contato com as coisas à toa, como nas linhas da lombada. Record e BestBolso, APRENDAM COM A MARTIN CLARET O QUE É EDIÇÃO DE BOLSO (e respeito ao leitor que compra) DE VERDADE. A capa é fosca e dura, as folhas são boas e TEM ORELHA, ou seja né gente.

Enfim, Bridget Jones no Limite da Razão é um livro que DEVE ser lido, se você leu o primeiro volume, que DEVE ser lido ainda mais que o segundo (confusos?). Quer dizer, se você gosta de chicklit tem que ler o primeiro obrigatoriamente. Se tiver gostado muito muito muito dele, como foi o meu caso, tem que ler o segundo. Ele tem, como eu disse, algumas partes chatinhas, longas e desnecessárias, mas analisando o saldo final da leitura, vale a pena, e te garante muuitas risadas e alguns momentos mais sérios e dramáticos, como por exemplo quando Bridget fala da morte da Princesa Diana (ok que é uma morte, algo sério, mas esse deslumbre com a monarquia é foda, coitados dos ingleses [e do resto do mundo que tem que aguentar uma inundação de notícias sempre que alguém daquela família peida]).
E ó, brace yourselves porque o aniversário de dois anos do blog is coming, aguardem! :D


sexta-feira, 29 de março de 2013

Resultado do sorteio O Resgate do Tigre + nova parceria + novos livros

Por Jun 16 comentários
"Parecia um sonho, mas era só um feriadão". Depois de uma semana louca de provas malditas, e ainda faltando 2 trabalhos pra serem entregues (MALDITA FACULDADE QUE INVENTA MODA DE FAZER TRABALHO IDIOTA PELA INTERNET), é o que merecemos :( Por isso não vim postar antes. Mas fiquei me coçando querendo vir logo por causa das ótimas novidades! Mas antes de tudo, vamos ao resultado do sorteio do exemplar que a Editora Arqueiro disponibilizou pro blog, de O Resgate do Tigre!
Ah, morro de curiosidade na hora de fazer o sorteio *-*
*vai sortear*

a Rafflecopter giveaway

GENTE, GENTE. Muitos pensarão que é marmelada... MAS NÃO É (pra quem não sabe o Rafflecopter sorteia por entradas, ou seja, quanto mais se divulga, mais chances de ganhar)! A ganhadora foi, de novo, a fofa e amicíssima Fernanda Silveira, a.k.a. Nanda, do The World Behind My Wall. Já twittei avisando, mas só pra constar, Nanda, mande seu endereço pra jun_nitta@hotmail.com, pra que eu repasse à editora. O prazo é de 48 horas, caso contrário refaço o sorteio.

Nova parceria

E fico muito feliz de anunciar mais uma parceria maravilhosa pro blog! *_* Outro sonho realizado, pois é com a Simone O. Marques, mais uma autora que admiro há muito tempo, mesmo sem ter lido nada completo dela. Conheci sobre os livros dela, dentre eles, Paganus e Marina e os Tesouros da Tribo de Dana, nem lembro onde, mas desde então passei a acompanhar o blog, li contos, e algum trecho de Paganus na internet. 
Simplesmente Paganus fala sobre uma família de mulheres em Portugal, descendentes dos celtas,  que cultuam a Grande Mãe e a Antiga Religião, e sendo perseguidas pela Inquisição, recebem como uma missão da Deusa fugir de lá e ir para uma nova terra, o Brasil (sinopse vagabunda by mim mesma). Depois vi sobre a série Marina, que me parece mais um YA, onde a protagonista é a reencarnação da deusa Danu dos celtas, e ela precisa recuperar os tesouros da Tribo de Dana, passando por aventuras e coisas celtas com deuses celtas. Ou seja, CELTAS, CELTAS, CELTAS. *doida* Pensei: "PRECISO entrar em contato com essa mulher, pra ontem". Fiquei enrolando, mas outro dia, de passagem pelo blog da Simone, vi que tinha o link pro perfil dela no Facebook. Era a hora, decidi arriscar, e cheguei na cara de pau falando que tinha muito interesse nos livros dela, principalmente no Paganus, que também era celtólatra doida e wiccana, e se ela se interessava por parcerias com blogs. No mesmo dia ela me respondeu, dizendo que sim, e que topava a parceria comigo. Como eu fiquei felizzzzzzz! *____* SAI FORA VÉI, quase dei um chilique perto do namorado haha.


Daí a Simone querida disse que o sistema de parcerias dela era por meio de descontos muito bons nos livros dela, mas que eu a tinha convencido e ELA IA ME MANDAR UM EXEMPLAR DE PAGANUS, ARGHHHHFGHDGHDHFGH. Por mim só o desconto já estava ótimo, porque já vi vários autores parceiros que só sorteiam os livros, mensalmente e coisas do tipo, ou seja, a chance de você efetivamente ler e ter acesso é bem menor, mas com desconto bacanudo as coisas mudam... Só digo isso: AGUARDEM maio, o mês de aniversário do blog. Aguardem.
Então vamos saber um pouco mais sobre a mais nova autora parceira diva do blog!

Simone por ela mesma: Paulistana, nascida no ano em que o homem pisou na lua e de Woodstock. Formada pedagoga e mestre em Educação. Escreve desde 2007. Obras publicadas: Paganus, Triskle, Tribo de Dana, Era de Aquário, Agridoce e Marina e os tesouros da Tribo de Dana. Autora de diversos contos publicados em antologias de ficção e fantasia. E sempre escrevendo... | Twitter | Blog pessoal | Blog de contos | Série Sabores do Sangue | Série Marina e os Tesouros da Tribo de Dana | 


O que chegou pra mim


Livros, óbvio! O que mais eu posso querer que chegue pelo Correio (cofperucascoflentescof)? Não costuma chegar muita coisa pra mim justamente por ter poucas parcerias, mas essa semana chegaram dois livros que me deixaram tão encantada que foi difícil voltar a estudar pras provas, HONESTAMENTE. Primeiro chegou o lindo, cheiroso e devidamente autografado Paganus, da Simone! Veio ainda com um montão de marcadores, que serão devidamente sorteados aqui no blog, nesse post! Vieram marcadores de Paganus (um deles autografado, amei!) e marcadores frente-e-verso de Marina e os Tesouros da Tribo de Dana, e Agridoce, outra série dela que também estou querendo muito ler (e vou! Come on descontossss).
O livro é TODO lindo por dentro também, fiquei deslumbrada. Mas vou deixar pra fotografá-lo por dentro pro post da resenha, e também porque quando tirei essas fotos foi hoje à noite, e luz diurna fica obviamente melhor.
Obrigada à Simone pela confiança, por ter aceitado a parceria, pelo livro maravilhoso e pelos marcadores!


O outro livro é um que eu cobiço desde que foi lançado (mas não tinha comprado ainda por motivos de: fila literária), O Nome do Vento, enviado, junto com vários marcadores, pela sempre querida Editora Arqueiro. Obrigada!  Ele e Paganus foram lindamente cobiçados por todo mundo em casa pra quem eu mostrei, pra ver o impacto que só essas capas perfeitas já provocam.
Sinceramente gente, são MUITO lindos. E cheirosos! *_* Ultimamente eu andei incomodada com um certo tipo de papel que estavam usando nos livros (o usado no 1° e 2° volumes da saga dos Tigres). Sei que ele é mais leve e tal, mas a textura não é aquela lisinha delyçya dos papéis comuns... E o pior, ELE NÃO É CHEIROSO! Quer dizer, cheiro de livro novo é cheiro de livro novo, impossível não cheirar, mas ele não tem nenhum dos cheiros dos papéis "comuns". Mas felizmente Paganus e O Nome do Vento vieram com o papel amarelado liso delyçya E CHEIROSOOOOOOOOO, AHHHH! Cheirei os dois até o nariz cair da cara.


E ah, falando em livros da fila, CONSEGUI LIQUIDAR A MINHA! \O/ O que estou lendo atualmente, Bridget Jones no Limite da Razão, é o último da fila antiga. Paganus e O Nome do Vento conto como da fila nova, pois quando chegaram eu já estava lendo o último da antiga... O que facilitou liquidá-la foi a promessa que fiz a mim mesma de que não compraria mais NENHUM livro até ler todos os da fila antiga... E o melhor: com muito esforço, força de vontade e ranger de dentes, consegui cumprir a promessa! Ou seja, desde o ano passado não compro mais nenhum livro. E por enquanto não vou comprar (já vi que não é impossível e o nervoso passou), porque a fila atual é a seguinte:
- Paganus
- O Nome do Vento
- A Senhora da Magia (aqui começa a releitura dos meus livros mais amados e favoritos de todos os tempos: a série As Brumas de Avalon, da autora também mais amada e favorita de todos os tempos, Marion Zimmer Bradley)
- A Grande Rainha
- O Gamo Rei
- O Prisioneiro da Árvore
- O Destino do Tigre (que está em pré-venda online e daqui a pouco devo receber, então já conta)
- Insira aqui qualquer troço enjoado que com certeza vou precisar ler pro TCC - apesar de eu ter escolhido um tema legal, o Tribunal de Nuremberg e e crimes de guerra e contra a humanidade)
- Cinquenta Tons de Cinza (mamãe ganhou e adivinha quem vai ler também? Estou é curiosa gente... E haha, bom que não preciso comprar).

Sorteio relâmpago


Tô cheia de marcadores lindões agora, culpa da Simone! Então resolvi fazer um sorteio relâmpago, valendo 5 marcadores dela e mais outros 5 sortidos que escolherei. A primeira manola ou manolo que comentar aqui correndo e enviar e-mail pra jun_nitta@hotmail.com com o título "Os marcadores são meus" já ganha! E faz favor de mandar o endereço junto! Esse sorteio não tem complicação: o primeiro que comentar nesse post E mandar o e-mail ganha. E ah, comente falando que mandou o e-mail pra quem for comentar depois não mandar à toa. De qualquer modo, vou editar o post depois avisando :}

Aproveitando que é Páscoa...


Já ia me despedir mas lembrei que nesse fim de semana é Páscoa. Veio a calhar isso, então toda vez que eu postar perto de uma data, digamos, conhecida assim, vou falar sobre as verdadeiras origens dela. Primeiro, porque muita gente não sabe, e segundo, porque sou chata histórica e adoro esses pormenores, e terceiro, porque as datas festivas católicas foram, há séculos, intencionalmente colocadas em cima de festividades pagãs, que merecem ser lembradas em sua origem. 

Entre as civilizações antigas no Hemisfério Norte, era comum o festejo da passagem do inverno para a primavera, que acontecia durante o mês de março. Era comemorado sobretudo no oeste, mediterrâneo e norte da Europa. É a primeira vez no ano onde o dia e a noite se fazem iguais, simbolizando o equilíbrio e a reflexão. O fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno, dificultando a produção de alimentos. Nas religiões pagãs (nórdicas, teutônicas etc) e neopagãs (incluindo a Wicca e Asatrú), esta data leva o nome de Ostara, que provém do nome da deusa anglo-saxã Oster (significando Deusa da Aurora), senhora da fertilidade, cujo símbolo é o coelho. Daí veio o nome da Páscoa em inglês, "Easter". Essa deusa também era cultuada pelos povos da Babilônia (Astarte), Suméria (Inanna), Egito (Ísis) e outras localidades por ali, só depois foi incorporada pelos povos da Europa. Também vem dessa data o costume dos ovos e sua decoração, pois eram considerados símbolos de fecundidade e renovação. Mais infos sobre a deusa Eostre e a data.  

Interessante, não? Muitas coisas a gente comemora sem saber a real origem... Bem, de qualquer forma, OVOS DE PÁSCOA 4 DA WIN! Nos últimos anos tenho feito uma substituição de ovos por dinheiro pra quem da família faz questão de me dar, mas o ovo Kit Kat do namorado foi uma surpresa surpresíssima! ♥ ♥ ♥ Ele disse que ia me dar livros, e eu estava satisfeita, mas considerando que já tenho vários pra ler por enquanto, prefiro o ovo mesmo! :>
Até mais pessowas :D




segunda-feira, 11 de março de 2013

Resenha: Alcatéia - Prateada + nova parceria

Por Jun 8 comentários
Oi gente! Vou aproveitar esse tempinho de internet antes de ir me arrumar pra festa de 1 ano do meu irmão e postar a resenha de Alcatéia - Prateada. Era pra ter vindo postar no último fds mas não deu, então vim agora (edit: o post saiu na segunda porque salvei como rascunho por não ter conseguido terminar a tempo, mas ele realmente começou a ser escrito no domingo hehe).
Esse livro comprei no Anime Friends do ano passado, na Sala Medieval, que vendia outros livros da Eddie Van Feu (na ocasião também comprei Magia Prática - 10 Passos para a Iniciação, do Franz Bardon e traduzido pela Eddie, mas ainda não li - não adianta nada ler e não ter tempo pra praticar, não é mesmo?T_T *chora*).
Sempre quis ler Alcatéia por já ter ouvido muito falar dele (nas Wiccas por exemplo), mas a primeira parte, que é em quadrinhos, infelizmente nunca caiu na minha mão, então imaginem minha felicidade ao ver esse livro no evento! \o/ Mas quando comprei não sabia direito, achei que era o início da história porém em prosa, depois fui ver que era a segunda parte, só que lendo vi que não prejudicou o entendimento. Então vamos à resenha e a uma novidade MUITO legal depois! :)


Autora: Eddie van Feu
Editora: Linhas Tortas
Páginas: 295
Nota:  ★★★★ 
Quando a Lua se impõe no céu e a escuridão cobre as cidades adormecidas, seres encantados revelam sua verdadeira natureza. Entre as colinas francesas, uma sociedade secreta se oculta dos olhos humanos, vivendo sob suas próprias regras e com sua própria fé. Humanos que cultuam uma deusa, transformam-se em feras assassinas e fazem tratos com faldas e silfos são tudo o que os homens do século XVII acreditam ser criaturas da noite e filhos do demônio. Entre os dois mundos, Philippe, um jovem mestiço, fruto de um amor proibido entre um ser encantado e uma humana, procura seu lugar e sonha com a transformação que lhe dará o amor da mais bela moça da cidade, Celine. Carlina Mylius ilustra com poesia essa bela história de Eddie Van Feu. Preconceito, amor, coragem e magia se encontram numa aventura cativante, entre a realidade a ficção, enquanto o leitor é levado para um mundo de segredos nas misteriosas e intrigantes páginas do Livro Queimado da Bruxa de Gévaudan. Impossível não ficar encantado...

Como a resenha de Lua das Fadas, essa também nem sei por onde começar, pois eu gostei MUITO do livro. Já é o segundo livro da Eddie que leio e sei que terei uma boa leitura e vai ser ótimo, mas de novo fui surpreendida por uma leitura EXCELENTE e uma história muito além de ótima! *_*
Apesar de ser um livro, ele conta com ilustrações esporádicas deslumbrantes ao longo das páginas, feitas pela Carolina Mylius, que também ilustrou a capa (e é também é a autora das artes igualmente lindas de Lua das Fadas). Visitem o DeviantArt dela!

Então, como descrito na sinopse, Philippe Du Noige vive no Château das Vertentes, uma cidade escondida dos olhos humanos nas colinas da França. Lá, as pessoas não são o que parecem, e por isso mesmo precisam viver escondidas. Elas são lobisomens. Em contato com elementais, os seres mágicos de cada elemento na natureza, e cultuando não Deus,de princípio masculino, mas a Deusa, ele se sente totalmente afastado e à parte dessa sociedade, por ser mestiço e ainda não ter se transformado. Philippe espera ansiosamente pela transformação - que por ser ele mestiço pode ou não chegar, é algo raro, nunca se sabe. Sendo órfão de mãe, ele vive ali sozinho, num casebre, humilhado por todos da cidade por ser diferente.

Aqui eu entro num ponto muito interessante e não visto em livros por aí. Nos livros de fantasia que vemos, o ponto de vista sempre se dá por alguém que é diferente em meio a pessoas normais. Seja de uma raça diferente, com poderes ou whatever. Em Alcatéia - Prateada a situação é oposta. Philippe não é o especial. Ele é o mestiço sujo, imundo, de sangue impuro, vivendo entre seres mágicos com dons especiais. E não pensem que só por serem seres mágicos há ali algum respeito, compaixão ou o que seja. Isso é outra coisa legal, que foge dos padrões mas faz muito sentido: a grande maioria ali, por se sentir tão especial e "foda", insulta Philippe de todas as formas possíveis. Ele não faz nada para merecer, é claro, pois é corajoso, honesto, esforçado... Exceto é claro às vezes ser respondão e ousado, mas nada demais, ele é uma pessoa maravilhosa (ALÉM DE LINDO ASDFHGHHDHFGHG *___________* Homens de cabelo grande, gente...) e não merece o tratamento que tem.
Mas não são insultinhos, xingamentos, olhares feios. Se fosse isso a vida dele seria uma maravilha! São humilhações de TODAS as formas possíveis gente... Lendo os trechos que continham partes assim, ficava à beira das lágrimas pensando "COMO PODEM???? D:". Agressões, humilhações em público, engodos, tapeações, pessoas mal agradecidas, acusações de coisas que ele não fez, pra não dizer as tentativas de outras coisas piores que não vou falar nem o quê e nem por quem senão estraga hehe.

A tristeza de Philippe é enorme, porém ele é otimista e não perde a esperança de que um dia a transformação chegue. Seus únicos amigos no Château são Diderot, o Capitão da guarda do castelo e sua esposa, e Prateada, a loba que Philippe adotou ainda filhote. Diderot é outro ótimo personagem, honrado e bom mas bravo e enérgico quando necessário. Ele teve que dar uma lição em praça pública em Philippe, no passado, pelo que somos informados no livro, mas uma amizade muito bonita surgiu a partir disso. Ele é um dos únicos defensores de Philippe numa sociedade tão hostil quanto o Château. A outra defensora é Prateada, a loba branca. Gente, QUE FOFURA, OMG, quero uma loba pra mim! :[

E aí a história vai se seguindo, nós nos sensibilizamos mais e mais com Philippe, tipo, CÉUS, ATÉ ONDE OS ABSURDOS COMETIDOS VÃO?? CHEGA EDDIE, COITADO DO CARA Ç_Ç Pare de fazer isso e envie ele aqui pra casa porrãn! ;-; Então, por um ato impulsivo da parte de Philippe (coisa que ocasionalmente acontece na história e de onde ele nunca se sai bem) algo muito triste acontece com Prateada... É algo que eu não esperava, ok, pensei "omg comofas? Pobre Philippe e Prateadaaaa Ç_Ç". Mas então, GENTE, GENTE, GENTE. PERA que vou procurar um gif no Tumblr que expresse todo o meu susto e mindfuck e minha cabeça explodiu. *vai procurar*



*volta* ASDGHGHGHSHGHFH COMO ASSIMMMMMMMMMMMMM PORRÃÃÃNNN Tipo, eu cheguei a cogitar isso umas páginas antes de acontecer, mas logo pensei "não, não é possível.", e esqueci. É simplesmente algo que mudou totalmente o curso da história, e a partir daí fica REALMENTE IMPOSSÍVEL prever o que vai acontecer. É algo INCRÍVEL, e eu amei o resto do livro todo a partir daí!  É tão, é tão... AI O final então, taquepariu! *_* Roendo os cotovelos (pois os antebraços já acabaram) no aguardo de Alcatéia - Lua Carmesim, a conclusão da história, que será lançado em abril.

Resumindo, LEIAM essa porra (como diria um saudoso professor de Dir. Penal). Estou honestamente achando que não existe livro ruim da Eddie, simples assim. Ou se existe, pegaram todos e incineraram, algo assim...

Falando em Eddie... 

Simplesmente tenho a alegria, satisfação, honra e todo sentimento que meu coração literário de fã puder sentir em dizer que A EDDIE É A PRIMEIRA AUTORA PARCEIRA DO BLOG! *_*
Aconteceu totalmente por acaso, eu simplesmente não esperava! Já pensei em propor parceria a ela, mas logo imaginei que ela já teria muitas, ou seria muito ocupada pra isso, ou simplesmente por ser uma autora ótima poderia não precisar e logo desisti.
Daí, postei a resenha de Lua das Fadas no Skoob (atentem que ela é a única que fiz aqui pro blog e tive a iniciativa de postar lá também, as outras que já estão lá são de quando eu não tinha o blog ainda) com o link da postagem dela aqui. E qual não foi minha surpresa quando recebo um e-mail automático do Blogger notificando um coment novo nessa resenha. E um mero detalhe... ERA UM COMENT DA EDDIE.
Simplesmente. Um comment da própria autora na resenha de um livro que eu amei tanto. E elogiando muito o que escrevi. E ELA MESMA PROPONDO A PARCERIA. POSSO MORRER FELIZ AGORA?? DEIXA EU MORRER FELIZ GENTE, SAI.



BENDITO SKOOB, BENDITO SKOOB, BENDITO SKOOB. Caramba, definitivamente NÃO FOI coincidência que a resenha de Lua das Fadas tenha sido a única aqui do blog que, por algum motivo, eu postei lá. E foi por lá que a Eddie achou! Vi ela divulgando no próprio Facebook depois e ainda atraiu mais coments pra resenha! ;_; Definitivamente preciso postar mais resenhas daqui no Skoob, MESMO.
Então gente, aguardem promoções, resenhas e tudo mais dessa autora MARAVILHOSA que é a Eddie, a quem eu admiro muito em todos os sentidos. Não só por ser a autora de Lua das Fadas e Alcatéia - Prateada, muito longe disso, mas sim por ser a autora de uma série de revistas mensais que eu acompanho desde de 2003, a Wicca, e que me abriu os olhos pra tanta coisa, pra uma religião com a qual eu realmente me identifico, que realmente faz sentido pra mim (e sempre fez, desde que a conheci). É aquela coisa: você não sabe o que você está buscando, mas quando você finalmente encontra, sabia que era aquilo o tempo todo. Por causa dela conheci essa religião, e então já tendo lido bastante coisa quis ler As Brumas de Avalon, da minha avó, e essa série foi um divisor de águas na minha vida... Por causa da Eddie, depois de ter lido Brumas, fui lendo tudo da minha então autora favorita, Marion Zimmer Bradley... Passei a ler outros autores wiccanos que me transmitiram seu conhecimento e suas lições, passei a ler outros autores que explicaram o papel da religião guiada sob o princípio feminino, o (infelizmente) extinto matriarcado e o papel da mulher ao longo dos milhares de anos (como o livro As Deusas, As Bruxas e a Igreja, outro divisor de águas pra mim). E também através de livros, documentários, filmes, artigos científicos, matérias, letras de músicas e toda sorte de coisas, conheci muito mais profundamente os celtas, o povo (seja na Gália ou na ilha da Bretanha), que me emociona com toda e qualquer coisa que eu saiba deles e me faz sentir uma ligação e algo que nenhum outro faz. Consigo notar a minha evolução há quase dez anos atrás, quando comecei a lê-la, e hoje, onde continuo a ler e admirá-la, e porém sei tão mais que antes. Resumindo, eu definitivamente seria outra pessoa, muito menos do que sou hoje, em tantos sentidos, se não fosse pela Eddie e por tudo que ela escreve e ensina nas Wiccas. Ter feito uma pequena, mínima e ínfima diferença, por alguns minutos, na vida de alguém que fez uma grande diferença na minha, ter tido a felicidade de ser elogiada por ela e ela ainda ter tomado a iniciativa de me propor a parceria... Enfim, vocês não têm idéia da felicidade que eu fico ao anunciar isso aqui :)
Então, aqui vai mais um pouquinho da Eddie pra quem não conhece:

Formada em Jornalismo, é escritora compulsiva e, apesar das várias tentativas da família de tratá-la desse mal, os especialistas a consideraram um caso perdido. Além da série Wicca, que escreve há sete anos para a Editora Escala, ela também escreve artigos, contos, anuários e livros esotéricos. Seu conhecimento em ocultismo acabou se fundindo com seu gosto por contar histórias, criando belas viagens a mundos mágicos, como Alcatéia. | Site pessoal | Portal de notícias Alcatéia | Loja Editora Linhas Tortas


Então por hoje é isso! Espero que tenham gostado da novidade e da resenha (que milagrosamente foi amais curta que fiz até hoje...). Até o próximo post gemt :D!








terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Resenha: A Viagem do Tigre

Por Jun 14 comentários
Já discorri sobre os prazeres de ficar no pc com dor de garganta, postar no blog com dor de garganta, comer com dor de garganta? E o melhor, não ter feito absolutamente nada pra provocar a dor de garganta? Como se já não bastasse eu acordar linda e maquiada todo dia, hoje acordei com dor de garganta também. Um charme!  TO QUASE ARRANCANDO AS AMÍGDALAS COM A MÃO

Pois então, hoje vim trazer a resenha do livro que eu estava TÃO ansiosa pra ler que fiquei enrolando (mais alguém faz isso? Não quero achar que sou a única louca da terra com essa mania...). Foi cortesia da maravilhosa Editora Arqueiro, obrigada de novo pelo kit lindo! 
Vamos ver se cumpro o intuito de que seja curta a resenha, porque era pra tirar poucas fotos com a câmera nova (o bendito cartão chegou semana passada!) pra ilustrar o post, acabei tirando mais do que queria... Isso devido à participação surpresa da Mina, que pulou a janela do meu quarto e foi kawaiizar as fotos. Não queria ser dessas blogueiras chatas com mais imagens do que texto num blog (acho que nunca vou chegar a isso, anyway), mas foi difícil selecionar 3 ou 4 fotos só, e essas do post ainda foram peneiradas. Decidi colocá-las espalhadas pelo texto pra ficar mais leve de se ler. Me digam o que acharam! Eu pessoalmente, pra primeiras experiências com uma DSLR achei que ficaram boas, hehe, mas ainda preciso usar mais os controles manuais. Editei a maioria em tons de roxo pra combinar com o livro. 8D

Atenção: essa resenha invariavelmente vai conter spoilers dos volumes anteriores. Então, se ainda não leu algum, vaza! Haha brinks, mas leia por sua conta e risco. 
Se você não sabe que diabos de série é essa que vive me surtando, leia a resenha do primeiro livro aqui. ANDA!


Autora:
 Colleen Houck
Editora: Arqueiro
Páginas: 496
Nota:  ★★★★ 
Perigo. Desolação. Escolhas. A eternidade é tempo demais para esperar pelo verdadeiro amor? Em sua terceira busca, a jovem Kelsey Hayes e seus tigres precisam vencer desafios incríveis propostos por cinco dragões míticos. O elemento comum é a água, e o cenário de mar aberto obriga Kelsey a enfrentar seus piores temores. Dessa vez, sua missão é encontrar o Colar de Pérolas Negras de Durga e tentar libertar seu amado Ren tanto da maldição do tigre quanto de sua repentina amnésia.
No entanto o irmão dele, Kishan, tem outros planos, e os dois competem por sua afeição, além de afastarem aqueles que planejam frustrar seus objetivos.
Em A viagem do Tigre, terceiro volume da série A Saga do Tigre, Kelsey, Ren e Kishan retomam a jornada em direção ao seu verdadeiro destino numa história com muito suspense, criaturas encantadas, corações partidos e ação de primeira. 


Primeira coisa que preciso falar desse livro é: cheirei até o nariz cair da cara! Gente, SÉRIO, que cheiro é esse?! Simplesmente AMEI a Arqueiro ter trocado o tipo de folha do livro! Imagino que pela quantidade de páginas, já que o tipo de folha dos dois volumes anteriores era mais leve porém mais espesso também. Daí esse terceiro ficou mais pesadinho mas ficou mais cheiroso, e isso é o que importa! Ai *_*

Esse tigre tenho há anos por causa do meu personagem favorito em Shaman King, que, adivinhem, se chama Ren haha! 
Então, vamos lá. Resumindo, como aconteceu no fim de O Resgate do Tigre, Kelsey e Kishan conseguem resgatar Ren, porém ele está com amnésia. Eu já desconfiava o motivo, mas no livro ninguém sabe, e pior, não sabem o que fazer nem nada parecido. Essa amnésia do Ren não é qualquer uma, ela só faz com que ele esqueça os momentos em que esteve junto com a Kelsey; é como se ele os tivesse vivido, porém sem ela. Isso causa muita dor e blá blá, mas de alguma forma ele volta a se apaixonar por ela e os dois começam a namorar. Mas não é um namoro comum, já que junto com a amnésia vêm as dores que Ren sente sempre que está perto de Kelsey, ou toca nela e vice-versa. Ele até consegue lidar com isso à medida que se esforça, mas a coisa complica porque sequer se beijar eles podem, e aí, só lendo (Ok, spoiler dos volumes anteriores é inevitável, mas desse livro não!)... Mas digo que o Ren me fez MUITA raiva de novo! Depois a gente meio que entende algumas das coisas, mas putz, até você entender é foda! D: 

Mini-Kishan!
E vejo muita gente reclamando da Kelsey. Nesse livro por exemplo, ela oscila quase que o tempo todo entre Ren e o MEU Kishan. Acho que tá mais do que na cara quem ela ama de verdade, e em algumas cenas a Colleen Houck chegou a me fazer raiva com isso! Mas ao mesmo tempo ela também diz que ama o Kishan e mimimi. Agora vem a bomba: eu digo que entendo! HAHA não, nunca gostei de duas pessoas ao mesmo tempo (e nem acho que seja esse 100%  o caso dela), mas é compreensível até certo ponto a indecisão. As coisas que ela sofreu com o Ren, tanto nos outros livros (mesmo que uma das cagadas tenha sido ela mesma que cagou) quanto neste, são motivo suficiente pra que ela fique reticente em retomar um relacionamento com ele. Ao mesmo tempo, Kishan está sempre lá, lindo, amigo, protetor e leal, e não faz as merdas que o Ren fez. E tá aí, a decisão que ela faz mais pro fim do livro me deixou satisfeita. Esperava menos dela com esse swing todo (HAHAHA) de cada hora querer um. Masss obviamente ela conseguiu me irritar mesmo tendo feito essa decisão. Porque simplesmente não é justo com o Kishan, ele merece mais! E ela sabe disso mas não consegue realizar? Porra Kelsey! Continuo gostando dela como protagonista, mas em todo livro ela tem de fazer algo que me irrita. Assim como me irrita a relação dela com o Ren: ela brigada com ele, mas vive tendo conversas desnecessárias que a gente não teria com um ex, e sei lá, outras coisas também. E outra coisa que me irritou: ELA ENROLANDO O KISHAN. QUE MENINA DOIDA CARA D8 Só mesmo protagonistas de YA pra fazerem isso gente. Na vida real, fosse quem fosse a garota no lugar  da Kelsey, isso simplesmente NÃO aconteceria. 

Tirei essa assim e editei pouco pra dar pra ver a capa linda com brilhos ♥
E falando em Kishan e Ren... Eles me irritaram também. Aliás, eles não, eles não têm culpa, e sim a autora que cagou com ambos! Oficialmente ainda sou Team Kishan, mas não com tanta certeza quanto antes. Vejamos:
Kishan - no primeiro e segundo livros, Kishan era O cara. Sua curta aparição no fim de A Maldição do Tigre, pelo menos pra mim, conseguiu ofuscar quase que totalmente o Ren, que até então eu achava a perfeição em forma de personagem. No segundo livro então, com aquelas investidas determinadas pra cima da Kelsey e as briguinhas de irmão com Ren quando ainda estavam no Oregon, e se mostrando tão amigo, corajoso e guerreiro, já era, apaixonei de vez! Eis que nesse livro, ele aparece totalmente diferente. Segundo o próprio Kishan, mudou por causa da Kelsey, por amá-la de verdade e tal. Acabou aquela revolta por causa do caso da Yesubai, dele e de Ren terem sido amaldiçoados e tudo mais. Mas GENTE, aquela badboyzice, a determinação, o senso de humor e o jeito provocador não eram parte da personalidade dele? Ok, concordo que ele era um pouquinho revoltado, mas daí a ter virado o cordeirinho pacato, todo amiguinho e respeitador e pacífico e e cordial que virou... É simplesmente INACEITÁVEL! Ainda consegui ver alguns reflexos do antigo Kishan nesse livro, mas foram muito poucos. Fiquei decepcionada, quero meu tigre negro antagonista de volta! 
Ren - comparado ao Kishan de antes, ele era quase um chato. Estava morninho na primeira parte do livro, mas depois da metade, MINHA GENTE QUÊ QUÊ ISSO. Ficou todo todo pra cima da Kelsey, todo provocador, cheio de conversa, olhares, determinação e tudo o mais, como era no primeiro livro, mas tive a impressão de que até um pouco mais que o normal. Acho que o que devia ter ficado no Kishan a Colleen subtraiu dele e tacou no Ren! :( Putz. Mas isso me deixou meio pendente de novo. Continuo preferindo o Kishan e tendo esperança de que ele volte a melhorar no próximo livro, mas o Ren novamente se destacou.
O que parece que a Colleen quis fazer é o seguinte: Primeiro livro - meninas, olhem, este é o Ren, apaixonem-se por ele! *todas pira* Segundo livro - meninas, conheçam melhor o Kishan, tão bom quanto o Ren hein! *todas surta* Terceiro livro -  meninas, estão certeiramente decididas em seus teams? POIS EU VOU ACABAR COM ELES E EXPLODIR A CABEÇA DE VOCÊS, BEIJO. 
PQ FAIS IÇU COLÉN?

Colleen sempre escolhe poemas lindos pra iniciar o livro
Até agora, talvez estejam achando que eu não gostei do livro. Mas não, eu simplesmente AMEI! Essas raivas que os autores fazem às vezes são necessárias, e acabam contribuindo pra que você fique mais instigada na leitura e queira ler o próximo, e pra isso provavelmente você precisará comprá-lo. Ou seja, pensando diabolicamente, é totalmente intencional. ESPERO QUE SEJA MESMO PORQUE QUERO MEU KISHAN DE VOLTA, COLLEEN SUA CRAZY BITCH
Mas então, o ritmo do livro é muito bom. Depois que eles embarcam no megaiate milionário da família, fica melhor ainda, pois a ação aos poucos começa. 
Achei muito legal a mistura da Colleen dessa vez, com os cinco dragões chineses. Achei que em O Resgate do Tigre ficou até boa a ação mas ela misturou demais algumas coisas. Nesse, a mistura foi certeira porque pegando mais coisas orientais, ficou harmoniosa e sem excessos. Adorei os dragões serem mais "humanizados". A cada missão que eles davam eu ficava mais nervosa e curiosa, porque é notável a evolução da escrita da Colleen, principalmente nas partes de ação. Uma coisa acontecia atrás da outra, tudo muito perigoso e realista, fiquei apaixonada! E com quase tudo acontecendo debaixo d'água a coisa fica mais tensa ainda! Confesso que amo nadar, praia e piscina, mas essa coisa de mergulhar em cavernas escuras e tal, fiquei tensa demais e morrendo de medo só de ler, tenho PAVOR dessas cavernas submersas. E a luta com o kraken então, CARAMBA! E a luta final com o negócio que não vou falar o que é, ABSURDA TAMBÉM! @_@ 
E a Colleen não mede esforços pra machucar e acabar com as personagens. A Kelsey se machuca DE VERDADE, não é aquela bobeira de "bati a cabeça e desmaiei" de muitos dos YAs, se fosse só isso tava ótimo pra ela haha. 

NÃO FAÇA ISSO KISHAN ♥
E o Lokesh finalmente começa a ser mau de verdade. Não gosto daquele vadio, mas né, livro tem que ter um vilão que se preze. Também gostei do Wes, o instrutor de mergulho texano super hilário que aparece, e principalmente da participação maior do Sr. Kadam e Nilima divos. Ainda assim, Colleen aproveita muito pouco eles. :[


E como prometi a mim mesma no fim da resenha de O Resgate do Tigre, li o livro exatamente SÓ até o final! Pulei aquele 1° capítulo do livro seguinte que as editoras estão com mania de colocar pra dar um gostinho nos leitores e decidi ficar com a agonia e a curiosidade entaladas na garganta! Tem que ser leitora tr00 e ler séries no modo hard, haha! O final então, é algo que eu remotamente já imaginava, mas achei que foi culpa do Ren! Caramba viu. A Kelsey às vezes cegamente obedece ele, e isso me irrita também. Ok que MUITO às vezes quando ela obedece ele tem razão, e o que aconteceu no fim não tinha como ele descobrir, mas a Kelsey que é toda metida a esperta, corajosa, autossuficiente e tal poderia ter negado o que ele pediu, ou ficado mais esperta antes de acontecer o que aconteceu, não? Ah, sei lá, acho que é isso aí. :v


Tô MUITO ansiosa pro lançamento de O Destino do Tigre, em abril. Tipo, DEMAIS DEMAIS DEMAIS. Essa série é definitivamente minha preferida em se tratando de YA, e eu já fico triste por ter só mais dois livros pra serem lançados. Ei Arqueiro, lance os livros mais devagar, faz favor né! ;_; Podia lançar o 4° só no meio do ano, ou no fim... Ou no ano que vem. Isso! Poderia ser um livro por ano, eu iria amar! *-*



As gata pira no Kishan!
Ok Mina, a gente divide ele.
Pra quem não viu no vídeo onde eu mostro o kit do livro, veio este button...
E esse jogo americano mais que perfeito que ainda será emoldurado! ♥

Então por hoje é isso gente. Espero que tenham gostado do post. Pretendo fazer mais assim, tirando foto do livro (se eu gostar dele, óbvio), passagens legais e tal. Mas como demanda um tempinho, não garanto sair isso sempre, já que esse último ano de facul vai ser apertado. :[
Bisous!










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